domingo, 18 de março de 2012

Quero mamãe

Nessas horas que eu to com fome e com sono, carente e querendo uma massagem que é foda morar sozinha. Ahhhhhhhhhh, que depressão.

domingo, 11 de março de 2012

Redenção


Tomei coragem, calcei meus tênis -aquele de fazer exercício, cheio de amortecedores- e parti pra Redenção. Fui caminhar, fazer uma atividade. Física. E mental. Fui observar as pessoas. Observar o mundo. Inferi que o que move o mundo é o amor. Sim, o amor. Quando sentei pra descansar meu corpo sedentário, olhei com mais atenção para um casal, que sentados na minha direção respiravam amor. Exalavam amor. Seus olhos eram amor. Suas bocas eram amor. Estavam eles, sentados na grama, trocando olhares e sorrisos, bitocas e beijões. Aquela cena me hipnotizou, e eu não consegui deixar de ser incoveniente e observá-los por mais um tempo. Que coisa mais linda aquilo! Como é bom estar apaixonado. E ser prontamente correspondido, é claro. Porém, isso me faz pensar nas pessoas que se negam ao amor. Viver sem amor por uns tempos é normal. Viver sem amor pra sempre é azar ou incompetência. Só não pode ser uma escolha, nunca. Escolher não amar é suicídio simbólico, é não ter razão pra existir. No entanto, muitas histórias de amor terminam em tangos e tragédias. Eu sei. Mas coitado do amor. É sempre acusado de provocar dor, quando deveria ser reverenciado simplesmente por ter acontecido em nossa vida, mesmo que sua passagem tenha sido breve. E se não foi, se permaneceu em nossa vida, aí é o luxo supremo. Qualquer amor merece nossa total indulgência, porque quem costuma estragar tudo, caríssimos, não é ele, somos nós. Por tudo isso, venho aqui dizer: Ame alguém.
Porque o amor sempre vale a pena.

Sempre Marthinha

"A gente se apaixona para corrigir nosso passado. Agora fica claro que podemos corrigir nosso passado com os próprios protagonistas do nosso passado, desde que eles nos enxerguem com olhos mais curiosos, com um coração mais disposto e que acenem com um novo futuro." M. Medeiros

sábado, 10 de março de 2012

sexta-feira, 9 de março de 2012

segunda-feira, 5 de março de 2012

Segredos


Já fui de esconder o que sentia, e sofri com isso. Hoje não escondo nada do que sinto e penso, e às vezes também sofro com isso, mas ao menos não compactuo mais com o tipo de silêncio nocivo. Aquele que confunde o outro, deixa confuso e tortura. Cansei de fingir ou adiar, de negar e recusar. To carente, quero um amor. Nada de coisas platônicas. Quero a realidade, quero me sentir viva, quero explodir meu coração. Cala fundo em mim quando amor me cerca, mas não mora em mim. Mas as coisas acontecem. Ta aí o meu mal: planejar tudo. Cala a boca Maria, let it be.